SEM SABER O QUE FAZER NO RIO DE JANEIRO? 

500 DICAS À SUA ESCOLHA:

 

 

LUGARES:

 

Zona Sul - Zona Norte - Centro - Zona Oeste - Niterói

COMIDAS: 

Zona Sul - Zona Norte - Centro - Zona Oeste - Niterói

DIVERSÃO E ARTE:

Zona Sul - Zona Norte - Centro - Zona Oeste - Niterói

INSÓLITO:

Zona Sul - Zona Norte - Centro - Zona Oeste - Niterói

LÁ E CÁ :

Costa Azul - Costa Verde - Serra

TV:

Aberta - Por Assinatura


 

LUGARES

Zona Sul

1. Aos domingos, vale pegar o caminho alternativo da ciclovia ao lado do Forte de Copacabana. Dali se vê um novo ângulo da praia.

2. A livraria Ponte de Tábuas, na esquina da J.J. Seabra com Jardim Botânico, tem um bar que serve sanduíches e saladas.

3. Ver o pôr-do-sol no Posto 9, em Ipanema, e bater palmas.

4. Um drinque no bar do Hotel Marina, na Delfin Moreira, no Leblon.

5. Pegar um barco na Marina da Glória e passear na baía. Custa R$ 18.

6. Levar a criançada a uma visita guiada no Forte de Copacabana.

7. A Praça Paris, na Glória, é um lugar tranqüilo durante o dia. Um recanto arborizado no meio do trânsito caótico da região.

8. O Parque Taboas, na Borges de Medeiros, ao lado do Caiçaras, na Lagoa, é um ótimo lugar para observação de competições de remo. Skatistas também gostam de se encontrar por ali.

9. O Jockey Clube, na Praça Santos Dumont, é pra quem gosta de apostar nos cavalos. Sexta, sábado, domingo e segunda são os dias bons.

10. Passear no Parque Lage, na Rua Jardim Botânico, e aproveitar para conhecer a Escola de Artes Visuais.

11. Um mergulho nas Ilhas Cagarras. Marca-se pelo telefone 813-0312.

12. A boate Le Boy, na Raul Pompéia, em Copacabana, é um point gay que apresenta shows variados todos os sábados.

13. Os campos de futebol do Aterro vão ganhando grama sintética. Só tem um de terra batida. Corra enquanto é tempo.

14. Fazer uma caminhada na trilha da Pedra da Gávea.

15. Visitar o Outeiro da Glória.

16. Subir o caminho dos pescadores no fim da Praia do Leme.

17. Sempre é bom dar um pulo no Caroline Café, na J.J. Seabra, no Jardim Botânico, um pub iluminado por velas, com drinques exóticos.

18. Tomar coragem e voar de asa-delta, descendo na Praia do Pepino.

19. Uma caminhada pela pista Cláudio Coutinho faz bem e não exige tanto do atleta de fim de semana.

20. Deixar a moleza da pista Cláudio Coutinho, na Urca, e subir a trilha que leva até a primeira parada do bondinho do Pão de Açúcar.

21. Visitar a feira de Antigüidades do Shopping Cassino Atlântico, em Copacabana, armada nos corredores nos fins de semana.

22. Andar de pedalinho à noite na Lagoa.

23. Fazer uma boa caminhada no Aterro e, depois, uma massagem de shiatsu com um dos diversos profissionais espalhados pela área.

24. A Praia Vermelha é ótima pra namorar à noite. Os militares fazem a ronda e garantem a tranqüilidade.

25. Compras no Zona Sul do Leblon, na Dias Ferreira, de madrugada. O supermercado fica vazio, mas você sempre encontra um bom papo.

26. O restaurante Tanaka, na Pacheco Leão, com uma vista maravilhosa do Jardim Botânico. Peça de entrada as pétalas de rosa empanadas.

27. Pescar no muro da Urca na madruga. De lá se vê até a Ponte Rio-Niterói.

28. Bom é um fim de noite na BB Lanches ou na Pizzaria Guanabara. Um fica pertinho do outro, no Baixo Leblon. O cheese-salmão é a pedida no BB. Na Guanabara, pizza calabresa ou portuguesa.

29. A vista do janelão do Kotobuki do Botafogo Praia Shopping.

30. O sushi-bar do Iate Clube da Pasteur, na Urca, fica ao ar livre, no meio dos barcos, e tem boa discotecagem.

31. O Posto Mengão, em frente ao estádio do Flamengo, na Gávea, tem uma loja de conveniência que virou point.

32. Visitar o Museu da República, no Catete, conhecer a exposição permanente e almoçar no Museum. Mais descontraído é o bistrô, no jardim.

33. A Casa de Rui Barbosa, na São Clemente, em Botafogo, tem um clima bucólico. E os fãs de Rui ainda podem ver seus carros antigos.

34. Um chope no Garota da Urca, na Avenida João Luiz Alves. A vista é bonita e inclui o histórico prédio da TV Tupi.

35. O pôr-do-sol nas pedras do Arpoador é programa básico. Brincar com os gatinhos é a dica dos freqüentadores mais assíduos.

36. O Baixo Gávea já teve dias melhores, mas a segunda e a terça ainda são de lei, com jovens de todas as tendências.

37. Atlântica, Vieira Souto e Delfim Moreira aos domingos. Nada como uma rua fechada, em frente à praia, para passear com a família.

38. O Jardim Botânico é um dos programas mais tradicionais da cidade. Lá dentro tem um parquinho e uma lanchonete com bons pães de queijo.

39. No Botafogo Praia Shopping dê um pulo na varanda panorâmica. Bate sempre um ventinho e a vista da enseada é soberba.

40. Tomar uma água de coco a R$ 0,80 nos quiosques do Leme. A noite por ali é mais tranqüila e menos engarrafada que no mirante do Leblon.

41. As Paineiras, velha e boa pedida de passeio, longe dos carros. Bom é curtir a cachoeira encanada. Se tiver calor, prepare-se para a fila.

42. Quem é carioca tem que ir ao Corcovado pelo menos uma vez. E o Cristo ganhou iluminação nova. O bondinho sai da Praça do Cosme Velho.

 

Zonas Norte e Suburbana

43. Se você é da Zona Sul, livre-se de qualquer preconceitos e conheça o Amendoeira, em Maria da Graça, onde o forte é a carne-seca, e o Manoel e Joaquim de Inhaúma, que serve uma sopa de siri muito boa.

44. O Nova Riviera, em Vista Alegre, é famoso pela picanha. Bacana é reparar que o lugar atrai gente de todos os cantos do Rio.

45. O Museu do Trem, na Arquias Cordeiro, no Méier, conta a história das ferrovias no país.

46. Visitar o Museu de Astronomia, na General Bruce, em São Cristóvão, e descobrir os mistérios da lua, das estrelas e dos planetas.

47. Subir as trilhas da Floresta da Tijuca. Estão bem sinalizadas.

48. Visitar a Fiocruz, na Avenida Brasil, em Manguinhos.

49. O La Mole da Tijuca, na Marquês de Valença, é o point das famílias tradicionais do bairro. O ambiente é agradável e no cardápio há divertidas ilustrações de Mariana Massarani.

50. O Maracanã, na Eurico Rabelo, é um dos maiores símbolos do Rio. Foi reformado e a arquibancada deu lugar a cadeiras coloridas. As brancas são confortáveis e têm visão central. As verdes mais parecem um pires. Marcar encontro na estátua do Bellini é tradição.

51. Brincar com a filharada na Quinta da Boa Vista. Lá ainda se vêem aquelas bolas cor-de-rosa gigantes e aviõezinhos de isopor.

52. A Feira de São Cristóvão. Sábado à noite, a principal atração são as barracas de forró. Vire a noite beliscando comidas típicas e espere os cantadores domingo de manhã.

53. Quando tiver ensaio do Salgueiro, na quadra da Silva Teles, na Tijuca, peça um acarajé. Quem é do samba recomenda.

54. Dê um pulinho na Reserva Florestal do Grajaú.

 

Zona Central

55. Ver os sobrados da Rua do Ouvidor, no Centro. É como uma visita ao Rio de antigamente.

56. Na Rua do Passeio, no Centro, se encontram importantes prédios do início do século 20, como o da Escola Nacional de Música.

57. O Parque das Ruínas, na Murtinho Nobre, em Santa Teresa, tem um mirante de onde se vê parte da Baía de Guanabara.

58. Ao lado do Parque das Ruínas fica o Museu da Chácara do Céu, com coleção variada: desde esculturas chinesas até quadros de Portinari.

59. Baixo Lapa, onde todas as tribos se encontram para ouvir samba e chorinho.

60. O Pampa Grill, na Almirante Barroso, no Centro, funciona como restaurante de dia e vira discoteca à noite. É um reduto da dance-music.

61. Subir o Morro da Conceição. O lugar preserva um casario antigo e tem uma vista linda. A subida é pela Rua do Acre, no Centro.

62. Visitar o quarteirão cultural do CCBB, na Primeiro de Março, no Centro, que inclui a Casa França-Brasil e o Espaço dos Correios.

63. Visitar o Paço na Praça 15 e depois jantar no Arco do Teles.

64. Ir à Ilha Fiscal para ver a decoração do último baile do Império.

65. Visitar os sebos nas proximidades da Praça Tiradentes.

66. A Casa Pedro, no Saara, Centro, tem especiarias vendidas a granel.

67. Pegar o bondinho na Lapa e descer no ponto final de Santa Teresa.

68. Tomar uma cerveja em um dos bares do Largo das Neves, em Santa Teresa, vendo o bondinho passar e a noite cair.

69. A pista três do Cine Íris, na Rua da Carioca, fica no terraço e de lá dá para ver os prédios antigos do Centro. E você escapa do calor dos andares de baixo.

70. A confeitaria Cavé, na Sete de Setembro, no Centro, ainda serve sorvete em taças antigas, do tempo da vovó, assim como suas mesinhas e cadeiras. Os croquetes de carne são especiais.

71. A Sinuca da Lapa, na Rua do Riachuelo, tem várias mesas de sinuca e boate com som hip-hop. Lugar para o pessoal mais alternativo.

72. O Campo de Santana, no Centro, e suas cotias já são famosos. Muitos não sabem da existência de estátuas representando estações do ano.

73. Se o tempo estiver bom, pegue o catamarã na Praça 15 e atravesse a Baía até Niterói. O efeito é relaxante.

74. Subir de bicicleta pela Rua Alice até as paineiras e tomar um coco no fim da Almirante Alexandrino, em Santa Teresa.

 

Zona Oeste

75. Para quem gosta de cavalos, uma boa é o Haras Pégasus, na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande. Visitas pelo telefone 428-1228.

76. Visitar o Museu do Pontal, em Pedra de Guaratiba, que reúne peças do artesanato brasileiro. Há até uma sala com obras pornográficas.

77. A loja de bichos do BarraShopping tem feito sucesso.

78. Sábado à noite, o Baixo Vargem Grande ferve. O posto de gasolina fica cheio.

79. O Sítio de Burle Marx, na Estrada da Barra de Guaratiba, em Vargem Grande, reúne interessante acervo natural e museológico.

80. Alugar um campo de futebol em uma das chácaras de Vargem Pequena e convidar os amigos para um churrasco.

81. O Bosque da Barra é um lugar legal para correr e fazer piqueniques.

82. Um passeio no Parque do Trevo das Palmeiras, no entroncamento da Ayrton Senna com Avenida das Américas, na Barra.

83. O restaurante Pétala, na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande. Fica caindo uma água na janela, parece até que está chuviscando.

84. Conhecer o Mercado Produtor da Barra, na Ayrton Senna, que tem vários boxes com frutos do mar e peixes.

85. Existem praias praticamente virgens em pleno perímetro urbano da cidade, como a do Perigoso, a do Inferno, a Funda e a do Meio. Todas fazem parte do Parque Estadual da Pedra Branca, em Guaratiba.

86. A barraca do Pepê, na Praia do Pepê, tem deliciosos sanduíches naturais, fora as beldades que freqüentam o point.

87. Criadouro Zoobotânico da Pedra Branca, em Vargem Grande. Reúne espécies raras de animais e vegetais.

88. Um passeio no pantanal da Barra. São 90 minutos num catamarã, percorrendo a Lagoa de Marapendi. Saídas do Fazenda Clube.

89. Ver o pôr-do-sol na Academia Fisilabor da Barra, point de praticantes de windsurfe. Um quiosque vende comidinhas leves e tem vista para a luz avermelhada do sol refletida na lagoa.

90. No Horse’s Shoe, na Estrada do Sacarrão, em Vargem Grande, as crianças andam a cavalo enquanto os pais saboreiam um camarão.

91. Passar o dia na Prainha, na reserva do Recreio, que ainda não está poluída. Mas tem que chegar muito cedo, porque o estacionamento é mínimo.

 

Niterói

92. No Parque da Cidade, há lugar para piqueniques e rampas de vôo. Uma espécie de Pedra Bonita em versão niteroiense. Dá pra subir de carro até o mirante.

93. O Forte São Luís, em Jurujuba, tem vista nota dez.

94. Apreciar a vista da Igreja de São Francisco. O lugar é tão bonito que volta e meia as missas são do lado de fora.

95. A Praia de Itacoatiara tem duas pedras enormes. Numa delas se pratica o surfe de pé.

96. A trilha do Costão de Itacoatiara tem o maior visual.

97. Numa caminhada na Pedra do Elefante, em Itaipuaçu, dá pra ver Itacoatiara, o Rio e o Morro de Saquarema.

98. O Campo de São Bento oferece atividades para as crianças. Bom ali é patinar domingo à tarde e comprar guloseimas na feirinha.

99. Almoçar no Decolores, na Ponta da Areia, que é especializado em bacalhau. Vale também conhecer o casario colorido do bairro.

100. A Estação Cantareira é como se fosse o Circo Voador de Niterói. Sempre tem algum lance bacana por lá.

  

COMIDAS

 Zona Sul

101. A Casa da Feijoada, na Prudente de Moraes, em Ipanema, onde há feijoada todos os dias.

102. Os churros da Praça do Bondinho, na Urca.

103. O acarajé da Keka, na Cobal do Leblon, é uma delícia.

104. O Fazendola, na Visconde da Graça, no Jardim Botânico, um restaurante a quilo bem chique.

105. O filé com alho do Filé de Ouro, na Rua Jardim Botânico, no Jardim Botânico.

106. Um jantar no Café Glória, na Rua do Russel, na Glória. A arquitetura da casa, com inusitada escada que leva ao restaurante no primeiro andar, é bárbara. Dica: filé de frango ao molho de laranja.

107. Que tal uma banana-split tradicional, com creme, morango e chocolate, no Chaika, na Visconde de Pirajá, em Ipanema?

108. Uísque honesto e um toque inglês no ambiente: é o Florentino, na General San Martin, no Leblon.

109. Um acarajé no quiosque baiano da Lagoa, perto do Monte Líbano, é ideal para acompanhar uma cervejinha depois do trabalho.

110. O bom e barato Lamas, na Marquês de Abrantes, no Flamengo. Tomar um cafezinho no balcão é de lei. E ainda tem o filé à Oswaldo Aranha.

111. O café da manhã do Fran’s Café, na Ataulfo de Paiva, no Leblon, aos domingos. Expresso com croissant, pão de queijo, geléia e suco.

112. O sorvete de goiabada com queijo do Mil Frutas da J.J. Seabra, no Jardim Botânico.

113. A caipirinha de uva com saquê do Caroline da J.J. Seabra, no Jardim Botânico, é imbatível.

114. A pizza de catupiry do Gattopardo, na Borges de Medeiros, na Lagoa. Crocante, ótima.

115. A bomba de chocolate do Ettore, na General San Martin, no Leblon.

116. Os pratos de bacalhau do Bar do Serafim, na Rua Alice, em Laranjeiras. Basta perguntar ao seu Juca a dica do dia e saborear.

117. Na Adega da Velha, na Paulo Barreto, em Botafogo, pode-se degustar uma ótima picanha de carne-de-sol.

118. O Noz Moscada, no Rio Design, no Leblon, oferece um bolo de chocolate com choc chips que derretem na boca.

119. A cavaquinha com caramelo no Bazzar da Epitácio Pessoa, na Lagoa.

120. O Copérnico, no Planetário da Gávea, tem um bom penne com camarão, manjericão e tomate.

121. O empanado de frango do Chez Anne, na Marquês de São Vicente, Gávea, continua como um dos melhores salgados do Rio.

122. O cassoulet de escargots do Le Rouge, na San Martin, no Leblon.

123. O restaurante do Hotel Novo Mundo, na Praia do Flamengo, oferece comidas ótimas, tem bom atendimento, é tranqüilo e aconchegante.

124. As saladas do Varanda, no Rio Sul, em Botafogo, são ótimas para manter a forma. Uma boa opção é a de manga, queijo minas e kani kama.

125. Os carpaccios e os tartares de peixe do Satyricon da Barão da Torre, em Ipanema.

126. O hambúrguer de picanha do Joe & Leo’s Burger, no Fashion Mall, em São Conrado.

127. A sopa de feijão, do Cipriani, no Copa Palace, é qualquer nota.

128. O nhoque com ricota de espinafre do Quadrifoglio, na J.J. Seabra, no Jardim Botânico. Um prato light.

129. O sorvete da Sanduka, na Rua Humaitá, no Humaitá.

130. No Yemanjá da Visconde de Pirajá, em Ipanema, é servida uma ótima combinação de chuchu com camarão.

131. O Paiva, garçom do Jobi, na Ataulfo de Paiva, Leblon, é folclórico, engraçado, bom de papo. E o ambiente no lugar é dos mais legais.

132. Vá ao Yorubá, na Arnaldo Quintela, em Botafogo, e conheça os quitutes da baiana Neide Santos, amiga de Gilberto Gil e Regina Casé.

133. São famosos os pastéis tailandeses do Boteco 66, no Jardim Botânico. Têm assinatura do chef Claude Troisgros.

134. O bolinho de bacalhau e o aipim com camarão do Bracarense, na José Linhares, do Leblon, são básicos.

135. Os presuntos crus e as baguetes são a especialidade do Garcia & Rodrigues, na Ataulfo de Paiva, no Leblon.

136. É difícil encontrar um suco melhor que o de tangerina do Baladas, na Ataulfo de Paiva, no Leblon.

137. Especialistas garantem que o sanduíche de salmão do Ateliê Culinário, no Leblon, é o bicho.

138. Experimente os sorvetes italianos do Felice, na Gomes Carneiro, em Ipanema. Principalmente o de tiramisu.

139. A paleta de cordeiro do Porcão Rio’s, no Aterro, é recomendada.

140. A quiche de berinjela e a apple crumble do Café Severino da Dias Ferreira, no Leblon, são demais.

141. A pizza de forno a lenha do Pizza Park da Cobal do Leblon, fininha.

142. No Cervantes da Prado Júnior, em Copacabana, a pedida são os sanduíches de lombinho, pernil e filé mignon. Todos com abacaxi, claro.

143. O quiosque Mediterraneus, na Lagoa, tem bom atendimento, música ambiente agradável e uma ótima porção de batatinhas à calabresa.

144. O Sindicato do Chope do Leme, que fica na Avenida Atlântica, tem um caldinho de feijão especial, temperado bem na medida, com salsinha.

145. A torta-musse de chocolate do Gula-Gula da Aníbal de Mendonça, em Ipanema.

146. Costumam dar água na boca os doces judaicos da Kurt, na General Urquiza, no Leblon.

147. E que tal os sanduíches com nomes de personalidades do Ataulfo Café, na Ataulfo de Paiva, no Leblon?

148. Tradicional mesmo é o estrogonofe da Polonesa, na Hilário de Gouveia, em Copacabana. Assim que se sentar, mande preparar o bolo de chocolate para a sobremesa. Demora uns 40 minutos, mas vem quentíssimo e é uma delícia. Outra dica lá é a sopa de beterraba.

149. As pizzas da Capricciosa, da Vinicius de Moraes, em Ipanema.

150. Um dos melhores pratos do Bozó, na Dias Ferreira, no Leblon, não está mais no cardápio, mas é feito mesmo assim: escalopinho à asmitani, com batatas que de tão quentes quase pulam pra fora do prato.

151. Será que o couvert do Antiquarius, na Aristides Espínola, no Leblon, é mesmo o melhor do Rio? O júri da Gula deste mês votou nele.

 

Zonas Norte e Suburbana

152. A picanha do Chuá, na Rua Cambaúba, na Ilha. Boa, grande, barata.

153. Bom mesmo é o sorvete de tapioca do Cheiro do Pará, na Praia da Guanabara, na Ilha.

154. O Rei do Bacalhau, o autêntico e pioneiro, só mesmo o da Rua Guilhermina, no Encantado.

155. No Siri do Galeão, na Estrada do Galeão, na Ilha, o risoto custa R$ 37 mas dá para quatro pessoas.

156. Fundamental é almoçar no Siri, na Rua dos Artistas, em Vila Isabel. Dicas: o risoto de camarão e o camarão à baiana.

157. As empadas do Salete, na Rua Afonso Pena, na Tijuca.

158. O bar e restaurante Meu Cantão, na Felipe Camarão, na Tijuca, tem um dos melhores chopes do bairro.

159. A pizza branca da Parmê da Conde de Bonfim, na Tijuca.

160. A carne-de-sol do Peixoto, na Barão de Mesquita, na Tijuca.

 

 

 

Zona Central

161. Ótima pedida é um vinho no Sobrenatural, no Largo dos Guimarães, em Santa Teresa.

162. O Nova Capela, na Mem de Sá, na Lapa, fica aberto até de manhãzinha servindo arroz de brócolis e filé à Oswaldo Aranha.

163. Os bares da Buenos Aires, no Centro: chope e pastel tipo pé-sujo.

164. Os salsichões brancos do Bar Luiz, na Rua da Carioca, no Centro.

165. O Café Silvestre, na São José, Centro, continua sendo um dos lugares mais charmosos do Rio, com garçons sempre simpáticos.

166. O bife com fritas do Cosmopolita, na Travessa do Mosqueira, na Lapa, tem carne sempre macia e saborosa. E a porção é farta.

167. Que tal provar as sardinhas fritas do Rei dos Frangos Marítimos, na Miguel Couto, no Centro?

168. A canja do Navegador, na Rio Branco, Centro, é farta e saborosa. E ainda há perdiz com molho de vinho e chocolate.

169. Na categoria pé-sujo, o bar Sentaí, nas proximidades da Central do Brasil, se destaca. Sua lagosta é de primeira.

170. Tradicional é tomar um chá na Colombo, na Gonçalves Dias, Centro.

171. O café com creme do Pampa Grill, na Almirante Barroso, no Centro da cidade.

172. O pastel de queijo do Goiabeira, no Largo das Neves, em Santa Teresa, é uma coisa louca. Crocante e bem recheado.

173. O chope do Pimenta, em Santa Teresa, é altamente recomendável.

174. Comer os quitutes do Bar do Mineiro, em Santa Teresa. Bacana é reparar nos quadros de artistas populares que enfeitam o lugar.

 

Zona Oeste

175. Saborear um delicioso prato no Trutas do Rocio, na Estrada da Vargem Grande.

176. O Gugut, na Estrada do Rio Morto, em Vargem Grande, serve uma apetitosa moqueca mista com cherne, siri desfiado, polvo e camarão.

177. No Tia Palmira, no Caminho do Souza, em Barra de Guaratiba, os frutos do mar fazem a festa.

178. O cardápio do Manduca’s, na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande, tem mais de 40 itens, entre sopas, pizzas, peixes e carnes, elaborados pelo simpático maranhense Oswaldo.

179. O Museum, na Érico Veríssimo, na Barra, tem ambiente agradável, atendimento atencioso, bons preços e comida gostosa.

180. Os caranguejos do Bira, na Estrada da Vendinha, em Guaratiba, são sensacionais. É para pegar o martelinho e quebrar até a última pata.

181. A pizza do Gepetto, na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande.

182. Os pastéis de camarão, finos e sequinhos, e a caldeirada de frutos do mar do Petisco da Estrada de Barra de Guaratiba.

183. O camarão na moranga do Barreado, na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande.

184. Beber a cerveja belga Duvel na Slávia do NYCC, na Barra. Tem sabor até de pêra.

185. O Beco do Alemão, nas Américas, na Barra, continua servindo quitutes típicos com qualidade, como o kassler com purê de maçã.

186. Os frutos do mar do Moqueca do Gordinho, no Mercado Produtor da Barra, na Ayrton Senna.

187. Um curso completo de oceanografia para quatro pessoas é a parillada do La Plancha, no Mercado Produtor da Barra, na Ayrton Senna. Trata-se de uma monstruosidade que chega crepitando à mesa em apresentação dramática e irresistível. Isso sem falar dos pastéis de camarão.

188. A cebola gigante dos Outbacks das Américas e do New York City Center, na Barra.

189. Altamente recomendável é uma moqueca à tardinha no Tia Augusta, na Pedra de Guaratiba.

190. Os profiterólis com cobertura de chocolate suíço do Hansl, no condomínio do Joá, na Barra.

 

Niterói

191. O filé mignon marinado no conhaque é uma boa pedida na Acrópole, na Quintino Bocaiúva, em São Francisco.

192. O coelho à passarinho no Coelho à Caçarola, na Avelino Gomes de Castro, em Itaipu. Mas vá sem pressa. Demora uma hora para ser feito.

193. Peixes com molho adocicado do Florescer, na Vila Progresso.

194. Um simpático bistrô niteroiense com sotaque italiano é o Torna Delivery, em Icaraí.

195. Boa dica é um sanduíche no trailer Cheiro de Mar, em Boa Viagem.

196. Comer as iguarias vegetarianas no Verdejante, no Engenho do Mato. Depois, a pedida é estender esteiras sobre a grama e descansar.

197. Degustar frutos do mar no Caneco Gelado do Mário, tradicional boteco da Marquês de Caxias, no Centro. As batidas também são boas.

198. As empadinhas do Alfredo, na Rui Barbosa, em São Francisco. Ele chega de manhã e no sábado e domingo vende mais de 50 tabuleiros.

199. Provar a pizza do Carmine, em Itaipu. Ela é feita com ingredientes importados da Itália. O bom é que é pouco gordurosa.

200. A Gruta de Santo Antônio, na Ponta da Areia, tem porções bem generosas de postas de bacalhau. A dica é ligar para o telefone 621-5701, um dia antes, e encomendar o peixe assado na nata.

  

DIVERSÃO E ARTE

 

Zona Sul

201. Sentar juntinho nas poltronas love-seat do Cinemark do Botafogo Praia Shopping. Elas têm braço retrátil, perfeito para o namoro.

202. Quinta é dia de dançar no Public, na Pacheco Leão, no Jardim Botânico. Só tem gente bonita.

203. No Giraldia, na Maria Angélica, na Lagoa, sempre que há jam-sessions o clima lembra os bons tempos do People e do Jazzmania.

204. A série Sesc Instrumental, sempre às quartas em Copacabana, na Domingos Ferreira, só apresenta músico fera.

205. Passear no Parque Guinle, em Laranjeiras, um programa de família.

206. O sebo João do Rio, na Rua do Catete, no Catete, oferece boas leituras por bons preços.

207. A variedade gastronômica, o clima e o artesanato são as atrações do Mercado São José, na Rua das Laranjeiras, em Laranjeiras.

208. Mesas de sinuca e bons shows no Café Laranjeiras, na Rua das Laranjeiras, em Laranjeiras.

209. Shows típicos de Portugal na Adega do Valentim, na Rua da Passagem, em Botafogo.

210. A Bossa Nova ainda dá suas cartas em Ipanema, no Vinicius Piano’s Bar, na Vinicius de Moraes. É por lá que a segunda geração vem se apresentando. Kay Lyra e Philippe Baden Powell, por exemplo.

211. Subir o muro do Escalada Café, na Capitão Salomão, em Botafogo.

212. Ir à Feira Hippie de Ipanema, que resiste na Praça General Osório, e comprar artesanatos bonitos e baratos.

213. Uma bela mostra em homenagem ao crítico Yan Michalski está na CAL, na Rua Rumânia, em Laranjeiras. Fotos, objetos e até troféus.

214. Não perder nenhum show no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador.

215. Que tal uma passada na Toca do Vinicius, na Vinicius de Moraes, em Ipanema? Há relíquias como fotos, livros e discos antigos.

216. No pagode do Scala, na Afrânio de Melo Franco, no Leblon, mulher não paga até meia-noite e o café é liberado às quatro da matina.

217. A festa Segundas intenções, que acontecia no Provisório, agora passou para o luxuoso Hippopotamus, na Barão da Torre, em Ipanema.

218. Não se assuste com o título e veja os mistérios da sexualidade feminina nos Monólogos da vagina, no Clara Nunes, Shopping da Gávea.

219. O forró do Ballroom, na Rua Humaitá, no Humaitá, às quintas, é o point da galera que curte um arrasta-pé.

220. Conheça a última de Gerald Thomas, Tragédia rave, no Sérgio Porto, na Rua Humaitá, no Humaitá. Não se assuste se os atores pararem o espetáculo no meio e começarem a falar mal do diretor. É assim mesmo.

221. Compartilhe com os atores do musical Viva Barcos, na Laura Alvim, na Vieira Souto, em Ipanema, o clima festivo do espetáculo.

222. Redescubra o Brasil a partir do golpe de 1964 através da história dos amigos de Coração brasileiro, no Vannucci, Shopping da Gávea.

223. As rodas de samba no sábado à tarde com Walter Afaiate na Praça Mauro Duarte, em Botafogo.

224. Visitar as exposições do Museu de Arte Naïf, na Rua Cosme Velho, no Cosme Velho, com pinturas de traço ingênuo.

225. Visitar a mostra de Evandro Teixeira na Villa Maurina, na General Dionísio, em Botafogo. Uma aula de fotojornalismo.

226. Patinar no gelo no Shopping da Gávea.

227. No Instituto Moreira Salles, na Marquês de São Vicente, na Gávea, há um acervo de fotos antigas do Rio e cinema com filmes de arte.

228. O Solar Grandjean de Montigny, na Marquês de São Vicente, na Gávea, é uma casa de dois andares na PUC, sempre com exposições.

229. O Estação Paissandu, na Senador Vergueiro, no Flamengo, tem um fumoir de onde se assiste à sessão num sofá. Com cinzeiro do lado.

230. Ver números de dança flamenca na Casa de Espanha, na Rua Maria Eugênia, no Humaitá.

231. Ver a Cia. do Jazz no Satchmo, na Real Grandeza, Botafogo.

232. Para o pessoal que já passou dos 40, a festa Livre, leve e solta, na Prelude, na Epitácio Pessoa, na Lagoa.

233. Assistir a Bossa nova, em cartaz em vários cinemas, e depois dar uma volta na Lagoa para ver se o cenário é de verdade e se, de repente, você cruza com Débora Bloch fazendo tai-chi.

234. A feira Babilônia já virou point no Jockey, na Praça Santos Dumont, na Gávea. Compras, gente muderna e, quem diria, ótimos churros.

235. Visitar o Museu Villa-Lobos, em Botafogo. Um acervo completo do maestro pode ser visto ali: partituras, fotos, o charuto e os chapéus.

236. Ouvir o melhor do choro, do samba e do jazz no Mistura, na Borges de Medeiros, na Lagoa. A Vittor Santos Orquestra bate ponto.

237. O restaurante Copérnico, no Planetário da Gávea, vem promovendo recitais de poesia.

238. A roda de samba das antigas no Bip-Bip, na Almirante Gonçalves, em Copacabana. Domingo lota. Nos outros dias o clima é mais intimista.

239. O Loch Ness, na Mena Barreto, em Botafogo, tem um dos videokês mais alegres da cidade, com Barbra Streisand e Frank Sinatra.

240. Conferir as novas aquisições do MAM, na Infante Dom Henrique, no Aterro, indo depois à sede náutica do Vasco, para comer bacalhau.

241. Uma livraria com mesinhas, cadeiras e petiscos. É a Letras e Expressões na Visconde de Pirajá, em Ipanema. Com café e internet.

242. Para dançar de rosto colado, Moonlight Serenade, no Bar do Tom, na Adalberto Ferreira, no Leblon.

243. Boa dica gratuita é, no fim de semana, ir a uma das oito salas de teatro da UNI-Rio, na Pasteur, na Urca, e conferir as montagens dos alunos.

244. O Museu Carmem Miranda, na Avenida Rui Barbosa, no Aterro, tem vestidos, chapéus e os sapatões da cantora. Divertido é reparar como tem estrangeiro entre os visitantes.

245. Vale a pena garimpar CDs na Gramophone, no Shopping da Gávea.

246. Tranqüilidade é ficar lendo jornal e comendo pão de queijo nas mesinhas do Espação, na Voluntários da Pátria, em Botafogo.

247. Ser atendido pela turma da Livraria da Travessa, em Ipanema. A sensação é de Primeiro Mundo.

248. Bom é ir à roda de samba do Carne de Sol, na Rua Ipiranga, em Laranjeiras, aos domingos.

 

Zonas Norte e Suburbana

249. Pegar um vídeo na Blockbuster da Barão de Mesquita, na Tijuca, comer um sanduíche no McDonald’s anexo, voltar à locadora e, de sobremesa, levar um H

agen Dazs.

250. O brunch no Museu do Açude, na Estrada do Açude, no Alto, tem sempre uma boa atração musical. Além dos deliciosos quitutes.

251. O Bar da Maria, na Garibaldi, na Tijuca, tem grande concentração de sambistas. Moacyr Luz pinta sempre por lá.

252. Aula de carioquice: cavaco, cerveja, pandeiro e torresminho nas mesas da Casa da Mãe Joana, na Rua São Cristóvão, em São Cristóvão.

253. Nada mais divertido do que andar de bicicleta em Paquetá. Tem até aquelas em que duas pessoas pedalam ao mesmo tempo.

254. Ir à boate 1.140, no coração da Penha, ver o impagável show de Rose Bombom.

255. Que tal uns pagodes na ZN? A Oficina, na Rua Macunaíma, em Vaz Lobo, é freqüentada por jogadores. No Tia Doca, na João Vicente, em Madureira, rola um samba de mesa com o pessoal da Portela.

 

Zona Central

256. A galera hip-hop se encontra aos sábados na Zoeira, na Sinuca Palácio dos Arcos, na Rua do Riachuelo, na Lapa.

257. Um dos únicos pontos de reunião dos colecionadores de selos tem sido o Passeio Público, no Centro. Também vai o pessoal das moedas.

258. Os shows de blues que rolam no Parque das Ruínas, na Murtinho Nobre, em Santa Teresa, são alucinantes.

259. A happy-hour do Skipper da Rua do Mercado, no Centro.

260. A Fundição, na Lapa, reúne teatro, oficinas e megafestas.

261. A festa Burako loko, da Night and Day, que bombou durante anos em Arraial d’Ajuda, na Bahia, aporta na Rio Branco, no Centro.

262. O Centro de Referência e Informações Luso-Brasileiras, na Praça da República, no Centro, é um espaço multimídia para pesquisas, com bibliografia referente a Brasil e Portugal.

263. Curtir a dance-music da boate Passeio Público, na Avenida Rio Branco, no Centro.

264. A salsa das sextas no Bar Semente, em frente ao Arcos da Lapa.

265. Assistir a filmes europeus, que geralmente não ganham espaço no circuito comercial, no CCBB. Tem sempre um inédito por lá.

266. Chique é ir à biblioteca da Maison de France, na Avenida Antônio Carlos, no Centro. Tem uma vista belíssima e ainda se vê filme francês no telão, de graça.

267. Na peça Quem inventou o Brasil, bacana é esperar a cena do pum. A criançada se diverte. Está em cartaz no Centro Cultural Light, na Marechal Floriano, no Centro.

268. Dica boa para quem está duro: todo dia 1º tem cinema baratinho na primeira sessão do Odeon, na Cinelândia. Preço base: R$ 1.

269. A Estudantina, na Praça Tiradentes, é para quem gosta de uma gafieira tradicional. Mas é bom lembrar: para os homens, nada de tênis, só sapato. E as mulheres devem deixar as bolsas nas mesas.

270. Ver Eles não usam black-tie, no Sesi, na Graça Aranha, no Centro, e descobrir que o texto de Guarnieri continua atual aos 42 anos.

271. Ver Bonitinha mas ordinária no Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, no Centro. Rara peça de Nélson Rodrigues com algo de otimismo.

272. A Igreja da Candelária, na boca da Presidente Vargas, no Centro, é um dos cartões-postais mais bonitos da cidade. Visitação gratuita.

273. A Feira de Antigüidades da Rua do Lavradio é um ótimo passeio. Tem de tudo. Telefone velho, banco de praça, relógios, louças. No primeiro sábado de cada mês fica tudo exposto na rua.

274. No antiquário Emporium 100, na Rua do Lavradio, no Centro, você tem roda de samba e chorinho, com direito a petiscos e chope.

275. A roda de choro do Aprazível Sabor, na Rua Aprazível, em Santa Teresa, rola às quintas-feiras. Instrumentistas de primeira linha.

276. Se for ao Museu Nacional de Belas Artes, na Rio Branco, no Centro, vá aos domingos, que é de graça.

277. Passear à noite na Lapa e escolher entre samba, blocos afros e rock’n’roll. Tem para todos os gostos.

278. A Academia Brasileira de Letras, na Presidente Wilson, no Centro, promove uma interessante visita guiada com histórias dos imortais.

279. Shows na hora do almoço às terças, no Centro Cultural Light, na Marechal Floriano. O som é basicamente acústico.

280. A noite de flashback na terça da By Marius, na Almirante Barroso, no Centro, é ideal para os quarentões. Às vezes tem até banda ao vivo. Celebrare e Sigilo sempre tocam lá.

281. Fazer uma parada para leitura na Biblioteca Nacional, na Cinelândia, no Centro. Lá tem silêncio, paz e um acervo respeitável.

 

Zona Oeste

282. Boas ondas estão na Prainha. É lá que a galera do surfe se encontra. Ela continua sendo uma das praias mais limpas da cidade.

283. Em Vargem Grande, no bar Néctar, na Estrada dos Bandeirantes, só rola showzão de rock e assemelhados.

284. Barra também pode ser sinônimo de cultura. Os filmes de arte chegaram ao bairro através do Estação Barra Point.

285. Aproveite o tempo de espera para assistir a um filme no Cinemark Downtown, na Barra, provando o rodízio do Sushi-Barra.

286. Sentar de maneira civilizada numa das salas do NYCC, na Barra, e contabilizar o número de palavrões em Um domingo qualquer, sobre os bastidores do futebol americano. Outra curiosidade: reparar que nenhuma das inúmeras cenas de jogo chega até o seu final.

287. O Gameworks do NYCC, na Barra, é o reino dos jogos eletrônicos. Há desde clássicos da era Atari até simuladores de última geração.

288. Um dos melhores flashbacks é o da boate Zodíaco, na Avenida Lúcio Costa, na Barra. O repertório e as mixagens são do DJ Mário Marques.

289. Os amantes da velocidade poderão conferir ao vivo o Grande Prêmio de Fórmula Mundial, neste domingo, no Autódromo de Jacarepaguá.

290. Assistir ao filme Villa-Lobos num dos cinemas do NYCC, na Barra. O som digital e a ótima projeção de lá ajudam a entender por que Villa foi um gênio da música.

291. A pipoca do Cinemark do Downtown, na Barra, é deliciosa.

292. Passar a tarde de domingo comprando CDs na Saraiva Mega Store, do NYCC, na Barra. Você ouve o CD inteiro e vê se vale a pena comprar.

293. Ver o show de jazz do El Laguito, no Shopping Barra Point. O restaurante fica na beira da lagoa e o som é da melhor qualidade.

294. Conhecer a Casa Amarela, no estacionamento do restaurante Gepetto, na Estrada dos Bandeirantes, em Vargem Grande. É uma galeria de artes plásticas que expõe obras dos artistas locais.

295. Ir ao cinema no Recreio Shopping, na Avenida das Américas, que fica a 10 minutos do NYCC. Os filmes são praticamente os mesmos e as salas costumam estar bem mais vazias.

296. Esta é para quem gosta de dançar. O grupo de Jaime Arôxa está toda sexta ensinando dança de salão no Barra Square. E é de graça.

 

Niterói

297. No primeiro domingo de cada mês tem concerto de música antiga na Igreja da Boa Viagem, na Praia da Boa Viagem.

298. Curtir a vista do MAC, na Praia da Boa Viagem. Você se sente num disco voador e ainda consegue ver o Pão de Açúcar.

299. Ir ao Candongueiro, na Estrada Velha de Maricá, em Pendotiba, e passar uma noite curtindo a melhor roda de samba da cidade.

300. O maior órgão de tubos da América Latina fica na Basílica Nossa Senhora Auxiliadora, na Rua Santa Rosa, em Santa Rosa Os poucos padres que sabem tocá-lo estão por lá e volta e meia fazem exibições.

  

INSÓLITO

 

Zona Sul

301. Ir ao Pão de Açúcar não é um passeio completo sem a foto no pratinho de louça. O resultado é cafona, mas posar é divertido.

302. Fazer uma fezinha nos bingos da cidade é sempre uma boa. Os melhores prêmios costumam sair no Bingo Arpoador, no Arpoador.

303. No Museu da República, na Rua do Catete, no Catete, visitar o quarto onde Vargas se matou é ao mesmo tempo aterrador e fascinante.

304. A feira de artesanato da Atlântica, em frente à boate Help, em Copacabana, fica sempre cheia de turista, mesmo tarde da noite.

305. Sabe onde fica uma das primeiras fábricas de pólvora do Brasil? Na Casa dos Pilões, dentro do Jardim Botânico.

306. Que tal procurar, na Estação Arcoverde do metrô, em Copacabana, a saída de ventilação decorada com o símbolo do Batman? Existe, creia.

307. Esta é mais para as mulheres. Andando de manhã no calçadão do Leblon você pode muito bem esbarrar com o Chico Buarque.

308. O bolinho de aipim do Braca, na José Linhares, no Leblon, é unanimidade. Diferente lá é pedir a rabada, bastante saborosa por sinal.

309. Tradicional prato português, a sopa de pedra é servida no Antiquarius, na Aristides Espínola, no Leblon.

310. A Casa da Suíça, na Rua Candido Mendes, na Glória, serve uma inusitada e deliciosa combinação de filé com ostras.

311. Violinos e serestas compõem o ambiente do Sol e Mar na Praia de Botafogo. À mesa, crustáceos.

312. Barbarella, Erotika e Cicciolina, todas elas boates de Copacabana, prato cheio para quem gosta de strip-tease.

313. Um passeio de helicóptero, com vôos panorâmicos sobre a Zona Sul, pode ser negociado através do telefone 259-6995.

314. Se estiver com um dinheirinho extra e quiser esbarrar com alguma estrela internacional, vá ao Satyricon, na Barão da Torre, em Ipanema.

315. No Museu do Telephone, na Dois de Dezembro, no Flamengo, procure, em catálogos bem antigos, telefones de avó, avô, bisavó e bisavô.

316. Passear pela Rua Barão de Jaguaribe, em Ipanema, é altamente relaxante. Um lugar tranqüilo e cheio de árvores.

317. Levar a namorada ao Alfredo di Roma, no Intercontinental, na Avenida Prefeito Mendes de Moraes, em São Conrado, e encomendar ao maître toda a mise-en-scène romântica de um fettuccine à Alfredo.

318. No Belmonte, na Praia do Flamengo, Manolo, dono do lugar, costuma dar um rodada na pressão para todos os clientes.

319. Bom é ir ao Amarcord, na Maria Quitéria, na Lagoa, só por causa do Chico, um dos melhores maîtres do Rio. Leva até queijinho na mesa.

320. No Sakae da Von Martius, no Jardim Botânico, aulas de sushi do Shin.

321. No Sindicato de Ipanema, na Farme, peça o café com chantilly depois da refeição. O creme é de graça.

322. Na loja de sucos ao lado da PUC, na Gávea, a cliente monta o sanduíche e pode ter a sorte de conhecer o dono, o muso do verão Rogê.

323. Ir à Joatinga é uma aventura. Dezenas de degraus para descer e o mesmo percurso para subir na volta. Mas a praia compensa o sacrifício.

324. Ir ao Leblon, ali pela Dias Ferreira, e ver que o Armazém do Café, o Esch, o Garcia, o Garrafeira e a Contracapa estão todos com motivos espanhóis nas vitrines.

325. Você já foi alguma vez na vida ao Monumento aos Pracinhas, no Aterro? E já tentou puxar papo com o guardinha que vigia o lugar?

326. No quiosque Rainbow, point gay na Atlântica, em Copacabana, pode ser encontrada uma das drags mais exóticas da cidade: Cláudia Pantera.

327. A lingüiça no Bofetada da Farme de Amoedo, em Ipanema, é boa e pode ser comprada a metro.

328. Que tal experimentar um ouriço do mar? O prato é servido no Don Camillo, na Atlântica, em Copacabana.

329. Conheça o picolé de banana frita do Morais. Seu carrinho por enquanto fica em frente ao 566 da Ataulfo de Paiva, no Leblon. Mas deve passar a circular também na Praia de Ipanema.

330. Os 500 anos já passaram e você ainda não viu se o relógio do Hans Donner, na Atlântica, em Copacabana, está inteiro, no mesmo lugar?

331. Estacionar no Rio Sul, em Botafogo, para ir ao Canecão, é jogo. Só que como ali está sempre lotado, o negócio é parar no último andar. E aí descer seis lances de escada...

332. Começa na Bunker, na Raul Pompéia, em Copacabana, um festival bem no estilo freak-show. Um dos performers vai comer vela acesa e cuspir cera. Semana que vem Victor Piercing se apresenta, gerando faíscas de verdade na pista. E parece que Laura de Vison vai contracenar com anões.

333. Que tal provar os rolmops na Adega Pérola, na Siqueira Campos, em Copacabana? São sardinhas cruas à vinagrete, espetadas em palitos.

334. No Donana, na Domingos Ferreira, em Copacabana, legal é reparar se a dona do restaurante conserva a cara do desenho no papel de mesa.

335. O queijo coalho da Academia da Cachaça, da Conde de Bernadotte, no Leblon, regado a caipirinha de tangerina, alegra qualquer noitada.

336. Esta é radical: pão com ovo e suco de manga em lata do bar da Associação dos Funcionários da PUC, na Marquês de São Vicente, na Gávea. É aberto a qualquer um. Os estudantes garantem a qualidade.

337. O Pronto, na Dias Ferreira, no Leblon, é um restaurante como outro qualquer. Mas seus sofás de canto são ótimos e funcionam como uma boa desculpa para se sentar juntinho e namorar.

338. No Arataca, na Cobal do Leblon, pode-se provar o tacacá, sopa com tucupi, camarão, jambu e muripi. É um prato da Amazônia.

 

Zonas Norte e Suburbana

339. Ir à missa do divertido padre Navarro é uma experiência única. É na Capela Santo Cristo dos Milagres, na Estrada do Açude, no Alto.

340. No fim da Rua Sabóia Lima, na Tijuca, há um jardim zoológico de pedra, com direito a dinossauro, anões e até galinhas.

341. Se você é tijucano e sarado, mostre seus dotes na pista do Maracanã. Dando uma parada, claro, nas barras próximas ao Bellini.

342. É bizarro, mas é real: na Ilha ainda tem drive-in. É o Ilha Auto-Cine, na Praia de São Bento.

343. O caldinho de mocotó do Bar do Seu Manoel, na General Canabarro, na Tijuca, é uma coisa. Às sextas a casa lota só por causa do petisco.

344. Na feira de artesanato da Praça Saenz Peña se vende até miniatura dos Beatles. Negociando, dá pra fazer um John ou um Paul por R$ 13.

345. O Zoológico da Quinta não conta há tempos com o Macaco Tião, seu mais ilustre hóspede. Mas foi erguida uma estátua do Tião...

346. Você sabia que o primeiro shopping do Brasil está no Méier? Pois tem até placa. Fica na Dias da Cruz e leva o nome do bairro.

347. No Pane e Vino, na Conde de Bonfim, na Tijuca, o cliente recebe um cartão tipo loteria, escolhe entre 30 molhos e vê o prato ser montado.

348. O churrasco à Waldick Soriano faz sucesso no Pai d’Égua, na Sargento João Lopes, na Ilha. Depois, emende com sorvete de cupuaçu.

349. O lugar perdeu o charme desde que o Garage acabou. Mas o Rock Night, na Rua Ceará, na Praça da Bandeira, continua uma podreira só.

350. Mesmo que você não seja paulista, dê um pulo no Galeão-Tom Jobim, na Ilha, para ver os aviões decolando.

351. Tire uma foto sentado ao lado de um Noel Rosa de pedra, no começo da 28 de Setembro, em Vila Isabel.

352. O 40 Graus, em frente à Uerj, na Tijuca, tem um prato estilo três em um que não consta do cardápio, mas é famoso entre a estudantada: filé ou frango, com fritas e cebola.

353. Que tal um alongamento de manhã na Saenz Peña, na Tijuca? É só acordar às seis, botar uma roupa branca e elevar o espírito.

354. Adolescentes e outros tarados por gibi gostam de passar horas a fio na Gibimania, na Rua Jurupari, na Tijuca. O dono, Marquinhos, é uma unanimidade: o popular gente-boa.

355. Prestigiar o campo do América em Édson Passos. O Vermelhão ainda está brilhando de tão novo. Aliás, prestigiar o América é coisa que todo carioca podia fazer. Não custa nada.

356. Todo ilhéu sabe: cachorro-quente de responsa é o das barraquinhas da Praia da Bica.

357. No Planeta do Chope da 28 de Setembro, em Vila Isabel, os garçons a cada 10 minutos oferecem um novo quitute, recém-saído do forno. É a coisa mais prática para quem tem dificuldade na hora de escolher.

358. Passeie na Praia da Moreninha, Paquetá, e se sinta um José de Alencar.

359. Piquenique no Meu Recanto, pracinha no alto do Alto, é boa pedida de fim de semana. De lá saem trilhas e há espaço para as crianças.

360. Andar a cavalo ou em charrete de bodinho na Praça Xavier de Brito, na Tijuca.

361. Semana que vem o Colégio Militar faz anos e promove desfile de tanques, cavalos e ginástica. Qualquer um entra, mas os homens têm que ir de terno e gravata. Fica na São Francisco Xavier, na Tijuca.

362. Uma noitada no Cadeg, o Centro de Abastecimento, em Benfica, com muita comida e compras.

 

Zona Central

363. Aulas práticas de nó de marinheiro. É no Espaço Cultural da Marinha, na Avenida Alfredo Agache, no Centro.

364. Que tal ir ao CCBB, na Primeiro de Março, no Centro, só para olhar para o teto?

365. Visitar cemitério é algo para poucos. Mas o dos ingleses, na Gamboa, tem túmulos belíssimos.

366. Uma programação yuppie: degustação de mais de 30 tipos de vinhos em copo no Bar à Vin do Café Laguiole, na Sete de Setembro, no Centro.

367. Para católicos ou não católicos vale a dica do canto gregoriano aos domingos no Mosteiro de São Bento, na Dom Gerardo, no Centro.

368. A platéia entra num espelho, escorrega, fica a maior parte do tempo em pé e bebe chá. É Alice através do espelho, na Fundição, Lapa.

369. O espetinho mec-mec da Paulistinha, na Gomes Freire, no Centro, já é tradição: cebola, tomate, pimentão e provolone no palito.

370. Numa andada pelo Largo da Carioca, no Centro, você pode encontrar de tudo: mágica, sermões, violeiros...

371. Testículos de boi é no Bar Municipal, na Rua da Conceição, no Centro. Eles são vendidos há mais de 50 anos no local e vêm empanados.

372. Em frente ao prédio da Bolsa, na Rua do Mercado, no Centro, volta e meia tem aos domingos um curioso desfile de carros antigos.

373. Pode parecer estranho sair de casa para comer omeletes. Mas os clientes do Paladino, na Uruguaiana, no Centro, sabem que vale a pena.

374. Que tal se pesar antes de comer? É a proposta do Mister Ôpi, na Rua da Alfândega, Centro. Uma balança de banheiro fica na entrada. Tem cliente que tira o sapato para ver o peso. Antes e depois do almoço.

375. Acompanhar um jogo de cartas de velhinhos na Praça da Cruz Vermelha, no Centro, pode se transformar numa lição de vida.

376. Quer uma fantasia exótica? Um chapéu engraçado? Gravatas borboletas, lantejoulas? Vá à Casa Turuna, na Avenida Passos, no Centro.

377. Esta é para quem gosta de detalhes: em frente ao Sobrenatural, o motorneiro do bondinho de Santa Teresa sempre desce, acerta o trilho e a viagem continua. Deixe um amigo assustado, pensando que quebrou.

378. As cartas navais são a maior curiosidade do Museu Naval e Oceanográfico da Rua Dom Manuel, no Centro.

379. Uma ida à Central do Brasil, no Centro, vale para lembrar do filme. E peculiar ali é comprar, nos camelôs, balas de tamarindo.

 

 

Zona Oeste

380. Que tal ficar embaixo de um balde gigante esperando a água cair? Isso acontece no Wet’n’Wild, nas Américas, em Vargem Grande. É na piscina das crianças, mas os adultos também podem entrar e se refrescar.

381. A fartura do bufê do Rialto, na Ministro Ivan Lins, na Barra, é de impressionar. Tem comida japonesa, italiana, baiana, tudo.

382. O Bon Marché da Barra, nas Américas, promove atividade física para a terceira idade, com direito a café da manhã.

383. Conheça os tobogãs das cachoeiras da Serra do Mendanha, em Campo Grande.

384. O submarino, uma barra de chocolate derretida em leite quente, é um show de bola servido no Armazém do Café, no Downtown, na Barra.

385. Dez é o leitão do Arjamolho, na Armando Lombardi, na Barra, com vinho tirado da pipa, tal como um chope. E ainda tem as performances do chef Santos.

386. Que tal uma ida à Praia da Reserva, no Recreio, e ver se Rosimari, aquela do topless, e seu marido Saraiva continuam por lá?

387. A Casa de Cultura da Estácio, na Érico Veríssimo, na Barra, costuma ter bons shows, mas, se você não gostar da programação, vale uma ida até lá só para conhecer a estátua do apresentador Miéle, logo na entrada. Uma estátua do Miéle não é coisa que se vê todo dia por aí, não é?

388. O Mercado da Praça 15, no BarraShopping, na Barra, parece uma grande feira livre. Só que tudo lá é mais caro.

389. Quem gosta de fortes emoções que vá ao Cabum, no Terra Encantada, na Ayrton Senna, na Barra. O elevador de brinquedo despenca 68 metros.

390. Videokê em inglês. É no Manhattan’s, o pub do curso Cardinal, nas Américas, na Barra.

391. Um marreco assado, com pele crocante, no Quinta da Rua Luciano Gallet, em Vargem Grande, é um sucesso. É bom reservar lugar.

392. Uma cidade de râmsters? Fica no Bosque da Fazenda, na Estrada do Pau da Fome, na Taquara.

393. Na Fazenda Alegria, na Estrada Boca do Mato, em Vargem Grande, o bacana é ver as antigas armadilhas para caçar animais silvestres.

 

Niterói

394. A Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói, promove visitas guiadas, nas quais se contam histórias de tortura.

395. Ver o pôr-do-sol da Praia de Itaipu. Por causa de sua geografia peculiar, é uma das poucas praias de onde se pode ver no fim da tarde o sol caindo exatamente sobre as águas.

396. Pelas trilhas da Serra da Tiririca, descobrem-se baratinhas em tons de azul ou lilás que não espantam nem as mulheres.

397. Comprar polvos, lulas e camarões no leilão das quatro da manhã em frente ao Mercado de Peixes, no Centro de Niterói.

398. Almoçar peixes do Maranhão debaixo de caramboleiras no... Carambola, claro, na Praia de Itacoatiara.

399. Se você estiver num barco na Praia de Itaipu, pode ser muito bem servido pelos restaurantes Sabino’s e Panela Fu